REDMI 9 ainda é um CELULAR BARATO e BOM DE JOGO, mas com PROBLEMAS | Análise / Review
REDMI 9 ainda é um CELULAR BARATO e BOM DE JOGO, mas com PR
58.419 visualizações • 23 de out. de 2021 • O basicão da Xiaomi é uma boa opção contra os celulares baratos de outras marcas no Brasil? Confira todos os detalhes em nossa análise completa. Ofertas Redmi 9: https://www.tudocelular.com/Redmi/pre... Inscreva-se para mais vídeos: https://www.youtube.com/user/TudoCelu... Matéria completa no site do TudoCelular: https://www.tudocelular.com/android/n... Melhores smartphones até R$ 800: https://goo.gl/x9qWcF Melhores smartphones entre R$ 800 e R$ 1.200: https://goo.gl/kgJzTC Melhores smartphones entre R$ 1.200 e R$ 1.700: https://goo.gl/2QAeXT Melhores smartphones entre R$ 1.700 e R$ 2.200: https://goo.gl/hy2VxL Melhores smartphones acima de R$ 2.200: https://goo.gl/vX3aPH Melhores smartphones para importar por até R$ 500: https://goo.gl/VUa3sk Melhores smartphones para importar entre R$ 500 e R$ 1000: https://goo.gl/E6ywMc Melhores smartphones para importar entre R$ 1000 e R$ 1500: https://goo.gl/ML1RwC Melhores smartphones para importar acima de R$ 1500: https://goo.gl/k2qtBJ Acompanhe o TudoCelular nas redes sociais: Instagram, Facebook e outras redes sociais: https://linktr.ee/Tudo_Celular Grupo de ofertas do TudoCelular no Telegram: https://t.me/TudoPromo Trilha: "Shawl Paul" - Norma Rockwell Mostrar menos Mostrar mais
Legendado por Paulo Montenegro - paulomontenegro@hotmail.com.br A subsidiária Redmi nasceu como uma linha de baixo custo da Xiaomi que sempre se destacou por oferecer celulares apelativos cobrando pouco. O Redmi 7 valia mais a pena que os rivais da Samsung, LG e Motorola, mas isso acabou mudando no Redmi 8 que não tinham um custo-benefício tão interessante. Agora temos em mãos o Redmi 9, que vem brigar pelo posto de celular bom e barato. Será que a Xiaomi recupera seu status de "melhor pela
metade do preço" ou as marcas rivais ainda são mais negócio? Vamos conferir nessa análise completa do TudoCelular.com. O Redmi 9 segue mantendo a fórmula por gerações, com design simples e acabamento básico feito em plástico. Ainda não foi dessa vez que a Xiaomi adotou o furo na tela para a câmera de selfies e temos o mesmo entalhe em gota de antes Com o aumento da tela, as medidas foram ampliadas deixando o Redmi 9 maior, mais largo e pesado A boa notícia é que sua ergonomia n ão foi tão
prejudicada devido ao acabamento fosco da traseira e laterais que torna o aparelho menos escorregadio. Mesmo assim, a Xiaomi ainda fornece uma capa de proteção na caixa. E mesmo que a tela tenha proteção Gorilla Glass 3, a marca chinesa incluiu uma película que já vem aplicada. As câmeras continuam alinhadas verticalmente na parte central, em um círculo que não possui a mesma textura do restante da traseira – é um toque bacana para dar mais elegância ao Redmi 9. Ago ra são quatro sensores e
um fica separado ao lado ao lado do flash. O leitor biométrico segue na mesma posição de antes e funciona bem. Tivemos bons avanços em conectividade – o wi-fi agora tem suporte a 5 GHz e o Bluetooth é 5.0. O Redmi 9 pode ser encontrado com NFC em alguns mercados, mas o que recebemos para testes não traz tal tecnologia. O emissor de infravermelho e continua no topo para permitir usar o celular como controle remoto universal. A tela não apenas cresceu como o sua resolução também aumentou,
agora sendo Full HD+ temos uma imagem mais nítida do que antes; o brilho é baixo e complica o uso em dias ensolarados. Não há suporte a HDR10, mas pelo menos, poderá curtir conteúdo em Full HD nos principais serviços de streaming devido ao suporte ao Widevine L1 DRM. O brilho mínimo é baixo e agradará quem usa o celular no escuro. A reprodução de cores é ruim por padrão e tende muito para tons frios deixando o branco fortemente azulado. Nas co nfigurações da tela é possível reduzir o
problema ao escolher o perfil quente de saturação. Pelo menos o contraste é alto e não terá cores lavadas como é comum em celulares de entrada. Há apenas uma saída de som na parte inferior do aparelho. O som mono tem potência decente e não empolga por focar demais nos médios. Há falta de graves e as vozes saem meio abafadas. O Redmi 9 é aquele tipo de celular que implora para ser usado com fones de ouvido e como esperado, não h á nenhum fone na embalagem – pelo menos temos a entrada P2
aqui. A Xiaomi trocou o Snapdragon 439 pelo Helio G80. Isso garante um grande salto em desempenho? Deveria, mas em nossos testes vimos o novo ser mais lento que o antigo no multitarefas. Os dois contam com a mesma quantidade de RAM, mas a nova versão da MIUI pode acabar exigindo mais memória para manter os aplicativos rodando em segundo plano. Você sentirá o maior poder de fogo do Helio G80 em benchmarks. No AnTuTu cheg amos a ter o dobro da pontuação do Snapdragon 439. Em jogos tivemos bom
desempenho na maioria dos games testados – Asphalt 9 é um que sofrem na linha Redmi e nesse aqui também apresenta congelamentos; o problema não está na GPU Mali G52, ela rodou bem PUBG com média de 30 fps e os demais com a fluidez máxima que a tela de 60 Hz consegue suportar. A linha de entrada da Xiaomi sempre foi uma boa opção para gamers casuais e o Redmi 9 não é uma exceção. A Xiaomi aumentou a bateria em apenas 20 mAh, para lidar com a tela maior com resolução superior. O resultado
já é o esperado – a autonomia caiu. Ainda é possível passar o dia todo fora de casa sem se preocupar em ficar sem celular, mas terá que pegar mais leve e não abusar de vídeos ou jogos. Render menos que o antecessor é ruim e ficar bem abaixo dos principais rivais podem ser um grande ponto negativo para o Redmi 9. A pior parte é que o carregador continua levando as mesmas três horas de antes para fa zer o celular ir de 0 a 100% Com uma carga rápida de 15 minutos você recupera apenas 10%, o
que garante um fôlego extra de apenas 2 horas de uso. O Redmi 9 vem com o Android 10 e já recebeu a atualização para a MIUI 12 por instalação forçada mas ainda deve demorar um pouco para chegar via OTA. Os recursos são os mesmos de outros da marca, incluindo o Game Turbo para turbinar a experiência com jogos evitar distrações com notificações durante a jogatina e até medir a taxa de quad ros por segundo. Há suporte a modo escuro, que não vai ajudar a economizar bateria já que a tela não é do
tipo OLED e usar esse tema de dia pode dificultar ainda mais enxergar o conteúdo da tela devido ao brilho baixo. Há aplicativo de rádio FM que funciona a senha necessidade de fones de ouvido e com o Mi Remote você pode controlar diversos eletrônicos da sua casa. A experiência no geral é boa, Redmi 9 está longe de ter uma fluidez exemplar. As animações engasgam com frequênci as e às vezes o celular demora para reconhecer um toque na tela. A câmera principal teve pouca evolução saindo de 12
para 13 MP. As novidades ficam para a adição de uma ultra-wide com sensor ISOCELL Samsung e amplo ângulo de visão além de uma dedicada para macro. A de profundidade é a mesma vista no Redmi 8. O Redmi 9 e não é um celular que vai te conquistar pela câmera mas também não vai ser isso que vai te afastar da compra. Ele não registrará fotos incrivelmente detalhadas com contraste elevado e HDR eficiente. Como estamos falando de um celular básico, ele fará o básico, porém, faz bem
feito. Celulares com hardware da MediaTek carecem de um bom processamento de imagem, mas no geral, O Redmi 9 se sai bem – de dia terá boa nitidez e cores bem equilibradas. Achou a tonalidade das imagens muito opaca? Há inteligência artificial para dar aquela saturada. O que mais surpreende a câmera ultra- wide; é uma das melhores que vimos entre os c elulares básicos e registra melhores fotos que muitos intermediários. A Xiaomi fez bem em escolher um sensor da Samsung. As cores são as
mesmas da câmera principal e não há distorção nos cantos como é comum em celulares baratos. Claro, não espere muito de fotos noturnas – tanto a principal quanto a ultra-wide sofrem na escuridão e dificilmente conseguirá registras boas imagens. Se você curte fotografar mais à noite então esqueça o Redmi 9, mas para fotos no fim de tarde ele d á conta do recado. A câmera macro não possui foco automático como nos modelos da linha Redmi Note 9. Você precisará ficar a uma distância entre 3 e 5 cm
do objeto se quiser fotos desfocadas. Com o tempo você pega o jeito e conseguirá fotos detalhadas que fazem rivais com câmera macro passarem vergonha. Por fim, temos a de desfoque que é a mais decepcionante do conjunto. É comum errar o recorte mas o efeito o bokeh até que é decente. A frontal também poderia ser um pouco melho r – ela peca em nitidez mas registra selfies com bom contraste e poucos ruídos em locais fechados. À noite a qualidade cai bastante, enquanto o modo retrato até faz
um bom trabalho. E como esperado de um celular básico, nada de filmagem 4K; o Redmi 9 continua limitado a gravar vídeos em Full HD a 30 fps mas agora faz isso com a ultra-wide e também a macro. A filmagem com a câmera principal tem detalhes medianos e cores opacas mas o ruído é baixo. Há tremidos devido à falta de estabilização eletrônica. O foco é meio lerdo e fica ainda pior à noite. E a captura de áudio é apenas mono. Decepcionado com o Redmi 9 ou prefere alternativas encontradas
oficialmente em nosso mercado? Bom, o seu maior rival é o Galaxy A21s, que é mais rápido, bateria dura muito mais, passa menos tempo na tomada e tem câmeras melhores. Uma alternativa mais barata? A LG possui o K51s, que tem melhor desempenho no multitarefas mas é bem pior nos jogos – e a bateria rende o me smo, pelo menos, ele recarrega mais rápido. O problema é sua tela com brilho ainda mais baixo. O Redmi Note 9 já aparecem ofertas pelo mesmo preço, e aí, qual Xiaomi é melhor? O Note 9
consegue ser ainda mais lento no multitarefa, mas a bateria dura mais. O seu design é mas atual, porém, as câmeras decepcionam – pelo menos a macro tem foco automático. O Redmi 9 traz poucas evoluções, sendo pior que seu antecessor em alguns pontos e melhor em outros. Você ganha mais câmeras e terá melhores fotos no geral, mas perde desempenho no uso com vários apps e a bateria rende menos – vale a troca? O brilho baixo da tela pode afastar muitos interessados. É uma pena a Xiaomi ter
economizado nesse ponto ainda mais quando o Redmi 9 custa salgados R$ 2.000 se você decidir comprar pela DL no Brasil. Mesmo que decida ir de importado via Marketplace, ainda investirá R$ 1.500 o que é um preço alto pelo que ele oferece. Por esse valor há opções melhores no mer cado nacional. De qualquer forma, te ajudamos a encontrar as melhores ofertas para o Redmi 9 e todos os demais celulares citados nesta análise. Basta acessar os links aí abaixo. Também queremos saber sua opinião!
Comenta aí o que você achou do novo básico da Xiaomi Eu fico por aqui, nos vemos nos próximos vídeos. Um grande abraço e até lá! Português OBLEMAS | Análise / Review
REDMI 9 ainda é um CELULAR BARATO e BOM DE JOGO, mas com PROBLEMAS | Análise / Review
58.419 visualizações • 23 de out. de 2021 • O basicão da Xiaomi é uma boa opção contra os celulares baratos de outras marcas no Brasil? Confira todos os detalhes em nossa análise completa. Ofertas Redmi 9: https://www.tudocelular.com/Redmi/pre... Inscreva-se para mais vídeos: https://www.youtube.com/user/TudoCelu... Matéria completa no site do TudoCelular: https://www.tudocelular.com/android/n... Melhores smartphones até R$ 800: https://goo.gl/x9qWcF Melhores smartphones entre R$ 800 e R$ 1.200: https://goo.gl/kgJzTC Melhores smartphones entre R$ 1.200 e R$ 1.700: https://goo.gl/2QAeXT Melhores smartphones entre R$ 1.700 e R$ 2.200: https://goo.gl/hy2VxL Melhores smartphones acima de R$ 2.200: https://goo.gl/vX3aPH Melhores smartphones para importar por até R$ 500: https://goo.gl/VUa3sk Melhores smartphones para importar entre R$ 500 e R$ 1000: https://goo.gl/E6ywMc Melhores smartphones para importar entre R$ 1000 e R$ 1500: https://goo.gl/ML1RwC Melhores smartphones para importar acima de R$ 1500: https://goo.gl/k2qtBJ Acompanhe o TudoCelular nas redes sociais: Instagram, Facebook e outras redes sociais: https://linktr.ee/Tudo_Celular Grupo de ofertas do TudoCelular no Telegram: https://t.me/TudoPromo Trilha: "Shawl Paul" - Norma Rockwell Mostrar menos Mostrar mais
Legendado por Paulo Montenegro - paulomontenegro@hotmail.com.br A subsidiária Redmi nasceu como uma linha de baixo custo da Xiaomi que sempre se destacou por oferecer celulares apelativos cobrando pouco. O Redmi 7 valia mais a pena que os rivais da Samsung, LG e Motorola, mas isso acabou mudando no Redmi 8 que não tinham um custo-benefício tão interessante. Agora temos em mãos o Redmi 9, que vem brigar pelo posto de celular bom e barato. Será que a Xiaomi recupera seu status de "melhor pela
metade do preço" ou as marcas rivais ainda são mais negócio? Vamos conferir nessa análise completa do TudoCelular.com. O Redmi 9 segue mantendo a fórmula por gerações, com design simples e acabamento básico feito em plástico. Ainda não foi dessa vez que a Xiaomi adotou o furo na tela para a câmera de selfies e temos o mesmo entalhe em gota de antes Com o aumento da tela, as medidas foram ampliadas deixando o Redmi 9 maior, mais largo e pesado A boa notícia é que sua ergonomia n ão foi tão
prejudicada devido ao acabamento fosco da traseira e laterais que torna o aparelho menos escorregadio. Mesmo assim, a Xiaomi ainda fornece uma capa de proteção na caixa. E mesmo que a tela tenha proteção Gorilla Glass 3, a marca chinesa incluiu uma película que já vem aplicada. As câmeras continuam alinhadas verticalmente na parte central, em um círculo que não possui a mesma textura do restante da traseira – é um toque bacana para dar mais elegância ao Redmi 9. Ago ra são quatro sensores e
um fica separado ao lado ao lado do flash. O leitor biométrico segue na mesma posição de antes e funciona bem. Tivemos bons avanços em conectividade – o wi-fi agora tem suporte a 5 GHz e o Bluetooth é 5.0. O Redmi 9 pode ser encontrado com NFC em alguns mercados, mas o que recebemos para testes não traz tal tecnologia. O emissor de infravermelho e continua no topo para permitir usar o celular como controle remoto universal. A tela não apenas cresceu como o sua resolução também aumentou,
agora sendo Full HD+ temos uma imagem mais nítida do que antes; o brilho é baixo e complica o uso em dias ensolarados. Não há suporte a HDR10, mas pelo menos, poderá curtir conteúdo em Full HD nos principais serviços de streaming devido ao suporte ao Widevine L1 DRM. O brilho mínimo é baixo e agradará quem usa o celular no escuro. A reprodução de cores é ruim por padrão e tende muito para tons frios deixando o branco fortemente azulado. Nas co nfigurações da tela é possível reduzir o
problema ao escolher o perfil quente de saturação. Pelo menos o contraste é alto e não terá cores lavadas como é comum em celulares de entrada. Há apenas uma saída de som na parte inferior do aparelho. O som mono tem potência decente e não empolga por focar demais nos médios. Há falta de graves e as vozes saem meio abafadas. O Redmi 9 é aquele tipo de celular que implora para ser usado com fones de ouvido e como esperado, não h á nenhum fone na embalagem – pelo menos temos a entrada P2
aqui. A Xiaomi trocou o Snapdragon 439 pelo Helio G80. Isso garante um grande salto em desempenho? Deveria, mas em nossos testes vimos o novo ser mais lento que o antigo no multitarefas. Os dois contam com a mesma quantidade de RAM, mas a nova versão da MIUI pode acabar exigindo mais memória para manter os aplicativos rodando em segundo plano. Você sentirá o maior poder de fogo do Helio G80 em benchmarks. No AnTuTu cheg amos a ter o dobro da pontuação do Snapdragon 439. Em jogos tivemos bom
desempenho na maioria dos games testados – Asphalt 9 é um que sofrem na linha Redmi e nesse aqui também apresenta congelamentos; o problema não está na GPU Mali G52, ela rodou bem PUBG com média de 30 fps e os demais com a fluidez máxima que a tela de 60 Hz consegue suportar. A linha de entrada da Xiaomi sempre foi uma boa opção para gamers casuais e o Redmi 9 não é uma exceção. A Xiaomi aumentou a bateria em apenas 20 mAh, para lidar com a tela maior com resolução superior. O resultado
já é o esperado – a autonomia caiu. Ainda é possível passar o dia todo fora de casa sem se preocupar em ficar sem celular, mas terá que pegar mais leve e não abusar de vídeos ou jogos. Render menos que o antecessor é ruim e ficar bem abaixo dos principais rivais podem ser um grande ponto negativo para o Redmi 9. A pior parte é que o carregador continua levando as mesmas três horas de antes para fa zer o celular ir de 0 a 100% Com uma carga rápida de 15 minutos você recupera apenas 10%, o
que garante um fôlego extra de apenas 2 horas de uso. O Redmi 9 vem com o Android 10 e já recebeu a atualização para a MIUI 12 por instalação forçada mas ainda deve demorar um pouco para chegar via OTA. Os recursos são os mesmos de outros da marca, incluindo o Game Turbo para turbinar a experiência com jogos evitar distrações com notificações durante a jogatina e até medir a taxa de quad ros por segundo. Há suporte a modo escuro, que não vai ajudar a economizar bateria já que a tela não é do
tipo OLED e usar esse tema de dia pode dificultar ainda mais enxergar o conteúdo da tela devido ao brilho baixo. Há aplicativo de rádio FM que funciona a senha necessidade de fones de ouvido e com o Mi Remote você pode controlar diversos eletrônicos da sua casa. A experiência no geral é boa, Redmi 9 está longe de ter uma fluidez exemplar. As animações engasgam com frequênci as e às vezes o celular demora para reconhecer um toque na tela. A câmera principal teve pouca evolução saindo de 12
para 13 MP. As novidades ficam para a adição de uma ultra-wide com sensor ISOCELL Samsung e amplo ângulo de visão além de uma dedicada para macro. A de profundidade é a mesma vista no Redmi 8. O Redmi 9 e não é um celular que vai te conquistar pela câmera mas também não vai ser isso que vai te afastar da compra. Ele não registrará fotos incrivelmente detalhadas com contraste elevado e HDR eficiente. Como estamos falando de um celular básico, ele fará o básico, porém, faz bem
feito. Celulares com hardware da MediaTek carecem de um bom processamento de imagem, mas no geral, O Redmi 9 se sai bem – de dia terá boa nitidez e cores bem equilibradas. Achou a tonalidade das imagens muito opaca? Há inteligência artificial para dar aquela saturada. O que mais surpreende a câmera ultra- wide; é uma das melhores que vimos entre os c elulares básicos e registra melhores fotos que muitos intermediários. A Xiaomi fez bem em escolher um sensor da Samsung. As cores são as
mesmas da câmera principal e não há distorção nos cantos como é comum em celulares baratos. Claro, não espere muito de fotos noturnas – tanto a principal quanto a ultra-wide sofrem na escuridão e dificilmente conseguirá registras boas imagens. Se você curte fotografar mais à noite então esqueça o Redmi 9, mas para fotos no fim de tarde ele d á conta do recado. A câmera macro não possui foco automático como nos modelos da linha Redmi Note 9. Você precisará ficar a uma distância entre 3 e 5 cm
do objeto se quiser fotos desfocadas. Com o tempo você pega o jeito e conseguirá fotos detalhadas que fazem rivais com câmera macro passarem vergonha. Por fim, temos a de desfoque que é a mais decepcionante do conjunto. É comum errar o recorte mas o efeito o bokeh até que é decente. A frontal também poderia ser um pouco melho r – ela peca em nitidez mas registra selfies com bom contraste e poucos ruídos em locais fechados. À noite a qualidade cai bastante, enquanto o modo retrato até faz
um bom trabalho. E como esperado de um celular básico, nada de filmagem 4K; o Redmi 9 continua limitado a gravar vídeos em Full HD a 30 fps mas agora faz isso com a ultra-wide e também a macro. A filmagem com a câmera principal tem detalhes medianos e cores opacas mas o ruído é baixo. Há tremidos devido à falta de estabilização eletrônica. O foco é meio lerdo e fica ainda pior à noite. E a captura de áudio é apenas mono. Decepcionado com o Redmi 9 ou prefere alternativas encontradas
oficialmente em nosso mercado? Bom, o seu maior rival é o Galaxy A21s, que é mais rápido, bateria dura muito mais, passa menos tempo na tomada e tem câmeras melhores. Uma alternativa mais barata? A LG possui o K51s, que tem melhor desempenho no multitarefas mas é bem pior nos jogos – e a bateria rende o me smo, pelo menos, ele recarrega mais rápido. O problema é sua tela com brilho ainda mais baixo. O Redmi Note 9 já aparecem ofertas pelo mesmo preço, e aí, qual Xiaomi é melhor? O Note 9
consegue ser ainda mais lento no multitarefa, mas a bateria dura mais. O seu design é mas atual, porém, as câmeras decepcionam – pelo menos a macro tem foco automático. O Redmi 9 traz poucas evoluções, sendo pior que seu antecessor em alguns pontos e melhor em outros. Você ganha mais câmeras e terá melhores fotos no geral, mas perde desempenho no uso com vários apps e a bateria rende menos – vale a troca? O brilho baixo da tela pode afastar muitos interessados. É uma pena a Xiaomi ter
economizado nesse ponto ainda mais quando o Redmi 9 custa salgados R$ 2.000 se você decidir comprar pela DL no Brasil. Mesmo que decida ir de importado via Marketplace, ainda investirá R$ 1.500 o que é um preço alto pelo que ele oferece. Por esse valor há opções melhores no mer cado nacional. De qualquer forma, te ajudamos a encontrar as melhores ofertas para o Redmi 9 e todos os demais celulares citados nesta análise. Basta acessar os links aí abaixo. Também queremos saber sua opinião!
Comenta aí o que você achou do novo básico da Xiaomi Eu fico por aqui, nos vemos nos próximos vídeos. Um grande abraço e até lá! Português OBLEMAS | Análise / Review
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